terça-feira, 16 de março de 2010

Reflexão de uma leitura abençoada

Li um livro que fala sobre reavivamento, evangelismo, chamado Paixão Pelas Almas, de Oswald Smith. No capítulo denominado Obstáculos ao reavivamento, gostaria de compartilhar um trecho , pois falou comigo, pode ser que fale com algum de vocês também...

"Ora, é absolutamente necessário que erradiquemos os nossos pecados, um por um, eliminando cada um deles separadamente. Para tanto, façamos a nós mesmos as perguntas discriminadas a seguir. É possível que sejamos culpados de alguns desses delitos, e que Deus fale ao nosso coração.

Tenho perdoado a todos? Há em mim alguma malícia, algum despeito ou ódio, violenta inimizade no meu coração? Conservo ressentimento ou tenho recusado a reconciliar-me com alguém?

Fico irado? Em meu peito ferve a cólera? É verdade que ainda perco a paciência? A ira, ocasionalmente, me arrasta por onde ela bem entende?

Há algum resquício de inveja em mim? Quando alguém é preferido, e eu desprezado, sinto-me degradado, cheio de despeito? Tenho inveja daqueles que sabem orar, falar ou fazer muitas coisas melhor do que eu?

Perco a paciência e fico irritado? As pequeninas coisas me irritam e aborrecem? Ou antes me mantenho sempre gentil, calmo e impertubável em todas as circunstâncias?

Sinto-me ofendido com facilidade? Quando os outros deixam de notar minha presença ou passam por mim sem dirigir-me a palavra, fico ofendido? Se a outros é atribuída grande honra, ao passo que sou negligenciado, como me sinto?

Há algum orgulho em meu coração? Fico soberbo? Dou excessiva importância a minha posição e realização pessoal?

Tenho sido desonesto? Meus negócios são francos e estão acima de suspeitas? Nosso metro tem cem centímetros e nosso quilograma tem mil gramas? Trabalho oito horas honestamente? Pago um salário honesto aos meus empregados?

Tenho sido bisbilhoteiro? Fiz fofoca do meu próximo com alguém? Tenho caluniado o caráter alheio? Ajudei a espalhar histórias falsas sobre outras pessoas e me intrometo nas questões alheias?

Critico os outros sem amor, com violência e perversamente? Vivo encontrando faltas nos outros?

Roubo a Deus? Tenho roubado o tempo que pertence a ele? Tenho-lhe sonegado o dízimo?

Sou mundano? Amo o resplendor, a pompa e a imodéstia do mundo?

Tenho furtado? Porventura tenho me apossado às ocultas de pequenas coisas que não me pertencem?

Cultivo uma atitude de amargura contra os outros? Há ódio em meu coração?

Minha vida se caracteriza pela frivolidade? Minha conduta é inconveniente? Por causa das minhas ações, o mundo me considera um dos seus?

Tenho enganado a alguém e deixado de fazer restituição? Deixei-me escravizar pelo espírito de Zaqueu antes da conversão? Ou, como Zaqueu convertido, estou devolvendo as coisas - pequenas e grandes, pertencentes a outrem? Devo restaurar o ferido, desfazer o mal, reparar tudo que Deus me mostrou.

Mostro-me preocupado ou ansioso? Tenho deixado de confiar em Deus quanto as minhas necessidades temporais e espirituais? Vivo pensando nas dificuldades, antes mesmo de elas surgirem no horizonte?

Tenho sido culpado de pensamentos sensuais? Permito que minha mente acolha imaginações impuras e ímpias?

Sou veraz no que digo ou, antes, exagero as coisas, ou as diminuo, e assim transmito impressões falsas? Tenho sido mentiroso?

Sou culpado do pecado da incredulidade? A despeito de tudo quanto Deus tem feito por mim, continuo recusando-me a confiar em sua Palavra?

Sou dado a murmurações e queixumes?

Tenho cometido o pecado de negligência na oração? Oro pelos outros? Quanto tempo dedico à oração? Quantas horas passo diante da televisão? Quantas horas gasto em esportes, divertimentos, lazer e outras atividades?

Estou negligenciando a Palavra de Deus? Quantos capítulos da Bíblia costumo ler diariamente? Estudo a Bíblia? Amo-a? Faço das Escrituras a fonte do meu suprimento espiritual?

Tenho deixado de confessar a Cristo abertamente? Sinto vergonha de Jesus? Mantenho a boca fechada quando cercado de pessoas sem Deus? Estou testemunhando diariamente de meu Salvador?

Sinto a responsabilidade pela salvação das almas? Tenho amor pelas almas perdidas? Há no meu coração alguma compaixão por aqueles que perecem? Perdi meu primeiro amor e não me sinto mais aquecido pelo fogo de Deus?"

Sinceramente, Deus falou comigo! Outra coisa que me chamou a atenção na leitura foi que há uma diferença entre arrependimento e remorso. Segundo a Wikipédia: Remorso (que não é um sinônimo de arrependimento) é um sentimento experimentado por aqueles que acreditam que cometeram uma ação que infringe um código moral (pessoal ou não) que obedecem, tornaram-se (ou acreditam haverem se tornado), por isso, passíveis de alguma condenação e punição que será (ou acreditam que será) muito severa dada por terceiros, não querem sofrer tal punição e, então, se punem de alguma maneira mais suportável para fugir dessa condenação e punição. Quem sente remorso não está arrependido verdadeiramente do mal que causou a terceiros, está apenas (por vezes inconscientemente e instintivamente, outras vezes conscientemente), motivado pelo medo da punição, tentando aparentar arrependimento verdadeiro (em alguns casos até acreditando no próprio falso arrependimento), castigando a si mesmo de alguma maneira, por acreditar que um castigo auto-imposto (como forçar-se a se entristecer por exemplo, que é a manifestação mais comum do remorso) a redimiria de seu erro, permitindo-a conseguir fugir de uma punição que seria ainda mais severa vinda do meio social em que vive ou de uma entidade superior. O remorso pode também conduzir a extremos como ódio a si mesmo e auto-flagelação. Arrependimento: Na origem da palavra, arrependimento quer dizer mudança de atitude, ou seja, atitude contrária, ou oposta, àquela tomada anteriormente.Diferentemente do remorso, em que a pessoa que o sofre não se sensibilizou verdadeiramente do mal que possa haver causado a outros, e que, pensando apenas no próprio bem, é capaz até de infligir a si mesmo algum tipo de castigo (como uma auto-flagelação por exemplo) apenas para tentar se esquivar de sofrer uma punição ainda mais severa por causa do erro que cometeu (punição que pode realmente, ou não, vir a penar), o arrependido verdadeiramente percebe e se sensibiliza das conseqüências ruins que seus atos causaram para outras pessoas (ou o mal que acredite haver causado a algum ser/entidade sobrenatural em que creia). Essa sensibilização à dor alheia leva o arrependido a uma tristeza verdadeira pelo dano sofrido pelos que prejudicou. E, como consequência, sempre faz o arrependido tomar uma firme decisão de não mais cometer o mesmo erro, para não mais causar mal a outros. O arrependimento pode assim, também, ser considerado como a dor sentida por causa da dor causada.

Bom pessoal, é isso que gostaria de compartilhar...

Que possamos estar atentos a estas coisas.

Um abraço,

Com amor, em Cristo.

Débora

quarta-feira, 10 de março de 2010

Salmos 37:4-5

"Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao SENHOR, confia nele, e o mais ele fará."